Review e Unboxing da Fonte Corsair CX600M

Fala galera,

Segue nosso review e “unboxing” da Fonte da marca “Corsair”, modelo CX600M com certificação 80 PLUS® Bronze.

Trata-se de uma fonte semi modular com 600 watts de potência real e 46 amperes de saída em 12v!

Vejam nosso vídeo e curtam nosso canal 😀

 

Um grande abraço,

Equipe Blog Tech Master

 

Especificações técnicas: 
– ATX12V v2.3
– Potência máxima: 600W
– Fãs: 1x
– PFC: Ativo
– Conector principal: 24pin
– Conector PCI-Express: 2 x6 +2 – Pin
– SATA Conector de Alimentação: 6x
– Eficiência: Até 85%
– Energia eficiente: 80 Plus Certified BRONZE
– Tensão de entrada: 100 – 240V
– Faixa de frequência de entrada: 47 – 63 Hz
– Entrada de corrente: 10 – 5 A
– Saída: 3,3 V @ 25A, +5 V @ 25A, +12 V @ 46A,-12V @ 0.8A, +5 VSB @ 3A

 

Conectores: 
– 1x conector x principal (24 pinos)
– 1x 8Pin EPS 12V CPU
– 2x PCI-E
– 6x SATA
– 4x Peripheral
– 1x Floppy

 

 

Neo Geo X Gold

Finalmente! Após 22 anos é lançado o Neo Geo X , o mini game da SNK.

 

A empresa SNK lançou seu primeiro vídeo game (Neo Geo) em 1990, primeiramente visando os arcades e logo depois lançando em 2 versões.

As duas versões são conhecidas como MVS (Multi Video System, para arcade) e AES (Advanced Entertainment System, sistema de entretenimento avançado, versão doméstica).

Em 2012 a SNK trouxe a tona seu último mini game, o Neo Geo X . Um aparelho para os amantes de clássicos.

O mini game nada mais é que um aparelho que roda os jogos do Neo Geo MVS/AES. O aparelho vem com 20 jogos pré-instalados na memória e conta com clássicos como metal slug, the king of fighters 95, fatal fury, entre outros sucessos.

O console foi lançado em dezembro de 2012 como parte de um pacote chamado de Neo Geo X Gold – Limited Edition, que inclui uma estação de acoplamento (Dock Station) modelado a partir do Neo Geo AES original que além de carregar sua bateria, o transforma em um console de mesa. No pacote Gold segue também uma réplica do controle original do Neo-Geo.

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Neo Geo X conta com cartuchos SD com vários jogos, inclusive com uma super coletânea “Mega Pack” com 15 jogos.

 

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O aparelho está longe da aquisição para muitos devido seu alto preço, porém quem consegue essa raridade está feliz da vida. Acreditem, vale muito a pena.

Consegui adquirir meu console a pouco tempo e ainda estou nas fases de testes.

A primeira vista o produto cumpre o que promete. Achei que o formato dele fosse machucar a mão porém ele acabou sendo bem confortável para jogar, inclusive ele parece um Dingoo (porém mais completo).

 

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O controle dele é o melhor de todos. Está para ser lançado um analógico tão bom quando os fabricados pela SNK. Muito preciso e macio, ótimo para qualquer tipo de jogo do console. Dá para passar horas jogando sem fazer qualquer bolha ou vermelhidão no dedo. Sem falar no famoso “estralo” que o controle faz, uma nostalgia total.

Jogando no aparelho, a tela é muito bonita, bem colorida e não distorce tanto quando utilizada em modo expandido (sim, dá para estender a imagem, assim como acelerar o jogo apertando os botões R e L). Muitas pessoas reclamaram sobre o aparelho não aproveitar o máximo da qualidade 2D porém não chega a ser um incomodo. O único problema é ligar na TV utilizando o cabo mini HDMI, nesse caso a perda da qualidade é bem significativa, mesmo rodando em 480p.

Achei que o ponto negativo foi o sistema principal e a emulação do produto. A tela inicial é demorada, um pouco lento para carregar os jogos e não tem muita interatividade no painel central.

Outro ponto é a bateria do portátil. Dura algo entre 3 a 4 horas de uso. Pouco, comparado com um console que já está a tanto tempo no mercado.

Acredito que o console merece certo crédito. Como colecionador é claro que procurei ter essa raridade na coleção mas também indico para os amantes das séries SNK. Dá para ter horas de diversão.

Texto por Dennis D.

 

Abaixo a lista dos 20 jogos pré instalados

3 Count Bout
Alpha Mission II
Art of Fighting
Baseball Stars II
Cyber-Lip
Fatal Fury
Fatal Fury Special
The King of Fighters ’95
King of the Monsters
Last Resort
League Bowling
Magician Lord
Metal Slug
Mutation Nation
NAM-1975
Puzzled
Real Bout Fatal Fury
Samurai Shodown II
Super Sidekicks
World Heroes Perfect

20games

 

Fonte

https://pt.wikipedia.org/wiki/Neo_Geo_X

 

Deixo abaixo o link para compra do produto

logo

www.lojablackfox.com.br

 

 

 

Como montar um computador – Guia de sobrevivência – Parte 1 (componentes)

Olá galera!

Conversando com algumas pessoas, venho percebendo a quantidade de dúvidas que surgem quando o assunto é montagem e manutenção de computadores e, por esse motivo, resolvi contribuir um pouco com informação e conhecimento.

Obviamente, ao terminarem de ler esse blog, ninguém sairá daqui um “Bill Gates” mas, quem sabe, poderá escolher melhor os componentes de seu computador, fazer algumas manutenções, ou até mesmo montar sua própria máquina com algumas dicas simples sobre cada um dos componentes necessários para seu funcionamento.

 

Processador

Antes de começarmos a por a mão na massa, falaremos sobre cada componente. A começar pelo processador. Mas, afinal, o que é o processador?

´PROCESSADOR

Via de regra, todo computador possui apenas um processador.

Processador é considerado o “cérebro” do computador. É ele quem processará toda a informação entre os demais componentes. Também denominado de CPU (Central Processing Unit), ou “Unidade Central de Processamento”, é peça vital para sua máquina.

Existem no mercado dois grandes fabricantes, a Intel e a AMD.

Ambas as marcas com seus respectivos “prós” e “contras”, o que realmente importará são algumas especificações técnicas, como:

  • Quantidade de “core”(núcleo) que o processador possuirá. Que poderá ser “single core” (núcleo único), “dual core” (núcleo duplo), “quad core” (núcleo quádruplo), “octa core” (núcleo óctuplo) e assim por diante. O núcleo do processador executará as funções exigidas pelo computador e o fato de o processador possuir mais de um núcleo seria como se o seu computador tivesse a mesma quantidade de processadores equivalentes ao número de cores trabalhando ao mesmo tempo, o que gerará mais performance e velocidade.
  • Velocidade do “clock” do processador. Cada processador trabalha em uma frequência de velocidade de processamento, o chamado megahertz ou “mhz”. Por exemplo, se um processador trabalha a uma velocidade de 1.800mhz (ou 1.8 gigahertz), ele será mais rápido do que um que trabalha a uma velocidade de 1600mhz.

Agora, digamos que você tenha dois processadores, sendo um processador single core de 1.800mhz e um processador dual core de 1600mhz. O processador de 1.800mhz continuará a ser mais rápido para execução de uma única tarefa, porém se você, assim como eu e como toda a humanidade, executar duas ou mais tarefas ao mesmo tempo, o processador dual core de 1600mhz se sairá melhor pois serão dois processadores trabalhando individualmente.

Há também outros fatores que determinarão a velocidade de processamento, tais como a largura dos barramento, quantidade de memória cache, arquitetura do processador, conjunto de instruções, etc. Porém, inicialmente, é importante que saibam essas características. Mais para frente podemos nos aprofundar ainda mais nesse assunto.

  • Tipo do soquete. O soquete é o encaixe onde o processador ficará fixado à Placa Mãe. Cada “linha” de processadores, seja Intel ou AMD, possui seu próprio soquete. Essa é uma informação importantíssima pois é através dela que você escolherá a sua Placa Mãe adequada ao seu processador.

 

Placa Mãe

Feita a escolha do processador, vamos à Placa Mãe.

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A Placa Mãe é a parte do computador responsável por conectar todos os componentes tais como processador, pentes de memória, disco rígido, placa de vídeo, etc.

Todas as peças se encaixarão na placa mãe. Porém, assim como o processador, existem diversos soquetes, tipos de encaixe de pentes de memória e placas de vídeo diferentes. O importante e ler as especificações técnicas para comprar peças compatíveis.

Há hoje no mercado diversos tipos  de placas mãe, e conhecer as especificações de cada uma delas é importante para uma montagem de um computador bacaninha.

 

Pentes de Memória

Após a Placa mãe, vamos aos Pentes de Memória!

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Todos os programas que você utiliza são armazenados, temporariamente, nos pentes de memória do computador. Eventualmente, se você abrir mais programas do que o suportado pelas memórias, o sistema operacional passa a utilizar a chamada memória virtual, que é armazenada em disco.

Porém, há uma desvantagem nesse processo: a leitura e escrita de dados no HD na máquina são muito mais lentas do que nas memórias. Para evitar isso, basta ter mais gigas de memória.

Mas, de quanta memória você precisa? Isso vai depender da sua utilização.

Para computadores comuns, usados para navegar na internet e fazer trabalhos escolares é recomendado ter, pelo menos, 2 GB (gigabites) de memória.

Caso o seu computador seja usado para tarefas que exijam mais performance, como a edição de áudio ou vídeo, o mais indicado é ter pelo menos 4 GB. Para jogos eu indico de 6 GB para cima. Eu como uso pouco (rs) no meu computador eu já botei logo 12 GB.

Antes de sair por ai comprando pentes de memória, dêem uma olhada no manual da Placa Mãe para saberem qual o pente de memória compatível, pois há tipos de memória DDR, DDR2, DDR3, DDR4, SDRAM, Sodimm, etc., com frequências (mhz) das mais variadas. Por isso é bom estar atento.

 

HD

Hard Disk ou simplesmente HD, onde tudo o que você tem fica armazenado.

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Algumas pessoas confundem Memória do computador com armazenamento de dados. Vimos na sessão acima que o Pente de Memória serve de armazenamento “temporário” de dados que são utilizados por todo o sistema.

Já o HD é o local onde tudo ficará guardado, como fotos, videos, músicas, jogos, programas, etc.

Há hoje no mercado uma infinidade de marcas e modelos de HD’s, dos mais variados tamanhos de armazenamento. Tudo vai depender da necessidade de cada um ao escolher qual HD você precisará, seja de 500GB, 1TB, 2TB, 3TB e assim por diante.

Eu posso ter mais do que um HD no meu computador? A resposta é sim! Eu até sugiro que tenha.

Ter mais de um HD lhe permite ter um “backup” de tudo o que você possui, garantindo a segurança de seus dados caso um HD venha a “pifar” (como já aconteceu comigo…).

Recomendo ter pelo menos dois HD’s pois eles são muito sensíveis e caso sofram alguma batida ou queda podem ser danificados permanentemente.

Isso ocorre devido à construção do HD que é, basicamente, um disco de metal onde são gravadas as informações e dados e lidas por uma espécie de agulha, lembrando um braço de toca-discos. Quando o HD é balançado ou sofre uma queda quando está em uso, a agulha toca o disco, riscando-o e danificando-o. Tudo bem que você pode estar pensando “Ahh, mas meu computador fica quietinho em cima da mesa…”. Mas, já pararam para pensar no HD de seu notebook, por exemplo? Aquele que você usa no colo, chacoalhando ele de um lado para o outro?  Né? rs

Hoje no mercado são encontrados basicamente três tipos de HD: o HD convencional, o HD hibrido (HD +SSD) e o SSD.

O HD Hibrido possui uma pequena parte interna formada por um SSD (solid-state drive) onde são instaladas apenas o Sistema Operacional. O SSD é até 10x mais rápido que o HD convencional, por esse motivo, a inicialização do computador torna-se “turbo”!

A vantagem dele é o custo x benefício se compararmos com o SSD, porém sem a mesma segurança de um SSD completo, tendo em vista que ainda há o disco de metal onde serão gravadas todas as informações…

O SSD, ou Disco de Estado Sólido (solid-state drive, em inglês) foi introduzido no mercado há uns anos atrás, com a promessa de ser 10x mais rápido que um HD e um preço mais absurdo ainda! Ambos se concretizaram!

Eu me lembro que na época do lançamento, um SSD de apenas 60GB não saia por menos que R$ 2.000,00!!

Graças à Deus, com a concorrência e o avanço tecnológico, os preços já caíram bastante, não tanto quanto desejávamos, mas bem mais em conta e mais perto de nossa realidade. Hoje é possível comprar um SSD de 240GB por uns R$ 350,00. Eu comprei um SSD para meu Notebook antigo e não me arrependi nem um instante! A máquina parece que ganhou vida!

O segredo do SSD é que não há disco de metal nem agulha de leitura. As informações são gravadas em chips, similares a um pendrive. Com isso, a troca e o acesso às informações são bem mais e os riscos de falha são menores.

Abaixo vemos uma imagem mostrando a diferença entre o HD (esquerda) e o SSD (direita). Ambos foram abertos para mostrar seus conteúdos.

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Placa de Vídeo

A placa de Vídeo é o componente de seu computador que gerará as imagens para o seu monitor.

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Abaixo vemos dois exemplos de modelos das concorrentes NVidia (esquerda) e ATI (direita):

 

É possível encontrar no mercado placas mãe que possuem placas de vídeo “onboard”, isto é, o vídeo já vem integrado junto à placa mãe. Isso permite economia de gastos, porém afeta o desempenho do computador, já que o processador passa a fazer o trabalho que é executado pelo chip gráfico das placas de vídeo.

Há três tipos de “slots” (local onde a placa de vídeo será plugada na placa mãe). Slots PCI e AGP nas placas de vídeo antigas e PCI Express (PCI-e) para as placas padrão de tecnologia da atualidade.

Componente totalmente obrigatório caso esteja pensando em montar um computador voltado para jogos. Porém, preparem o bolso. Um placa de vídeo mediana está na faixa de uns R$ 700,00. Já uma placa topo de linha sairá em torno de R$ 2.000,00 a R$ 4.000,00.

Para os mais aficionados por jogos e extrema potência, há a possibilidade de ligar às placas mãe mais modernas duas, três ou até mesmo quatro placas de vídeo visando o aumento de performance (haja bolso).

 

Placa de Som

Não vou me ater a detalhar a funcionalidade da placa de som pois, atualmente, acabou em desuso. Exceto se você trabalha em estúdio ou se você for um audiófilo.

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Hoje em dia, todas as placas mãe atuais (e a grande maioria das placas mãe antigas) possuem excelentes placas de som “onboard”, ou seja, embutidas na própria placa. Por esse motivo esse componente tornou-se um acessório secundário.

Basicamente, a placa de som serve como um amplificador, fornecendo um som mais diversificado, com tons mais audíveis.

 

Drive de Leitor Óptico

Um drive de leitor óptico é o famoso “leitor de CD ou DVD”.

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Os drives atuais são considerados “combo drive” que combina a capacidade de ler e gravar mídias de CD, DVD e, em alguns casos, também Blu-Ray.

 

Fonte de Alimentação

É claro que para ligarmos tudo isso, há a necessidade de energia! E para isso precisaremos de uma Fonte de Alimentação.

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A Fonte serve como conversor da voltagem que sai da sua rede elétrica (110v ou 220v) e a converte em diversas voltagens como 3.3v, 5v e 12v, por exemplo.

Ela serve para alimentar todos os componentes ligados à placa mãe e sua potência pode variar de 300W a 1600W dependendo do modelo.

As fontes estão divididas basicamente em três grupos:

Fontes Modulares – São fontes cujos cabos são todos “plugados” à fonte, permitindo ao usuário removê-los caso não esteja usando-os. São fontes excelentes para quem não possui muitos componentes internos e presa pelo visual e organização.

Fontes Semi-Modulares – Apenas os cabos de alimentação da placa mãe são soldados à fonte. Já os demais cabos para alimentação dos periféricos  (HD, drive, etc.) são modulares.

Fontes Não Modulares – Todos os cabos da fonte são soldados a ela, não permitindo sua remoção. Esse modelo de fonte é o mais comum no mercado brasileiro.

Outra diferenciação está na forma como os watts são entregues. Há fontes “reais” e fontes “nominais”. As fontes reais (fontes de qualidade) entregam a quantidade de watts indicada no produto. Já as fontes nominais (também conhecidas como fontes “genéricas”) indicam uma quantidade de watts “fictício”, muito acima do que realmente entregam. Na hora de dimensionarem qual fonte usar, é importantíssimo ficar atentos para esse detalhe para não levar “gato por lebre”.

Além disso, há uma esmagadora gama de fontes existentes no mercado. E qual eu devo comprar? A resposta não é tão simples assim e precisa ser dividida em duas partes:

1) Compre uma fonte de marca de qualidade (Corsair, Seventeam, OCZ, Zalman, EVGA, são alguns exemplos), testada e certificada pelos órgãos reguladores!

Sabe aquela fonte “xing ling” que custa 4x menos que uma fonte de marca? Fiquem bem longe delas!

Quando o computador está e uso e ocorre qualquer tensão instável na rede elétrica, a falta de sistemas de proteção da fonte pode causar riscos de danos ao computador e até mesmo incêndios. Por esse motivo, as certificações de proteção inclusas em fontes de qualidade são de extrema importância.

2) Há a necessidade de calcular qual será o consumo de energia de todos os componentes para a escolha da fonte adequada.

Por exemplo, você não poderá comprar uma fonte de 300w de potência se você pretende montar um computador com duas ou mais placas de vídeo topo de linha, três HD’s, Drives de leitores ópticos, muitas memórias, ventoinhas, etc. Possivelmente a fonte queimará com a sobrecarga ou o computador sequer ligará.

Por outro lado, superdimensionar o computador com a compra de uma fonte caríssima de 1600w de potência, para um conjunto que não consome sequer 1/4 dessa fonte é jogar dinheiro fora.

 

Gabinete

Ok. Já escolhi todos os componentes do meu computador. Onde vou colocá-los? Em um gabinete, ou popularmente (e erroneamente) chamado de CPU.

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Particularmente é minha parte favorita do computador. Sou “casemoder” (modificador de gabinetes) há mais de 13 anos e uma das coisas que eu mais curto é a personalização. Muito em breve postarei aqui alguns de meus trabalhos \o/

Bom, voltando ao assunto (rs), nesse quesito, os tamanhos do gabinete são indicados como “mini tower”, “mid tower” ou “full tower”, respectivamente pequeno, médio ou grande. A diferença entre eles é a quantidade de componentes que você pretende instalar em seu computador.

Cabe ressaltar que algumas placas de vídeo, por exemplo, não cabem em gabinetes muito pequenos, sendo necessário um gabinete full tower para acomodá-la, por isso é bom ficar ligado.

 

Monitor

E, para finalizar, apresento-lhes o monitor!

HP-Monitor

O monitor é um dispositivo  que recebe as imagens fornecidas pela placa de vídeo do computador, cuja função é transmitir informação através da imagem.

Com o passar dos tempos ele foi se tornando mais fino e com uma resolução aperfeiçoada.

Para se terem uma ideia, vejam abaixo quanta diferença os primeiro monitores tinham em relação aos atuais. Lembrando que a cor da tela era preta e as letras eram verde limão… Coisa linda de Deus!

Apple_Monitor_II

 

Continua…

Nos próximos dias tratarei aqui da refrigeração do computador, que pode ser por “ar” (air cooler), por “água” (watercooler) ou, para os entusiastas e casos mais extremos, refrigeração por “nitrogênio líquido”. Comentarei também sobre as famosas pastilhas “peltier” e por qual motivo acabei não a adotando como melhor escolha.

Daí então, partiremos para a montagem na prática!

Vejo vocês em breve! Grande abraço \o/